- Quanto caixa a sua empresa terá daqui a seis meses?
- Todos os seus produtos e unidades dão resultado?
- Os últimos investimentos geraram retorno?
- Você é sempre o único preocupado?
A Timshel implanta a projeção de caixa, resultado e retorno na sua empresa. Conduz a rotina mensal com os responsáveis.
Expectativas viram compromissos, números viram decisão.
Câmbio, juros e mercado não obedecem ao dono. Preço, custo e prazo, sim.
Gestão, para a Timshel, começa por separar duas listas que a maioria das reuniões mistura. Quem não separa as duas coisas gasta reunião culpando o câmbio. Nenhuma gestão protege a empresa do incontrolável. A promessa da Timshel é outra: concentrar a energia da empresa nos controláveis e, quando o imprevisível chegar, reagir antes, com número na mão, não com susto.
Não obedecem: os imprevisíveis
- Mercado e demanda
- Juros e crédito
- Câmbio
- Regulação e impostos
- Concorrência
Obedecem: os controláveis
- Preço e mix de venda
- Custos e despesas
- Prazos, estoques e giro
- Compromissos de cada área
- O ritmo da própria gestão
Controladoria cara demais, consultoria que vai embora, software que ninguém usa.
Montar uma controladoria
Um CFO é caro e, sozinho, não resolve: planejamento exige uma equipe analítica por trás do executivo. Montar essa estrutura dentro de casa custa mais do que uma empresa média comporta.
Consultoria pontual
Entrega o diagnóstico, apresenta o relatório e vai embora. Três meses depois, a rotina da empresa é a mesma, porque ninguém ficou para conduzi-la.
Software de gestão
Ferramenta sem processo e sem condução vira relatório que ninguém abre. O sistema registra; não alinha comercial, operação e financeiro em torno do mesmo número.
Três ciclos implantados. Uma rotina mensal conduzida presencialmente.
A Timshel é uma assessoria contínua: implanta e conduz os processos que asseguram a continuidade da gestão, com uma equipe analítica dedicada à qualidade e à consistência por trás de cada número. As três primeiras perguntas da abertura têm, cada uma, um ciclo dedicado a respondê-la. A quarta se responde na rotina: é nela que os responsáveis assumem os seus números.
Caixa
Quanto entra, quanto sai e quanto sobra, projetado para os próximos 12 meses. É o ciclo que absorve o choque. Quando o imprevisível chega, é aqui que ele aparece primeiro.
Resultado
Receita, custo e despesa projetados e comparados ao realizado: área por área, unidade por unidade, produto a produto. É o ciclo que mostra onde ajustar antes que o ajuste vire urgência.
Retorno
O que cada investimento devolve e em quanto tempo. É o ciclo que valida as expectativas, ensina onde melhorar e mostra quando parar de apostar.
Diagnóstico e controles
Entendimento do negócio e organização dos dados que a empresa já produz.
Demonstrativos
Projeção de caixa, resultado e balanço montada e validada com as áreas.
Orçamento e metas
Cada área assume a variável que é dela: preço, custo, despesa, prazo.
Rotina mensal de gestão
Reunião mensal presencial: real contra orçado, compromissos colhidos, decisão tomada.
Prazos típicos de implantação, ajustados ao caso de cada empresa.
As finanças viram a linguagem comum entre comercial, operação e financeiro.
A Timshel trabalha com empresas médias, de dono presente. A rotina se faz com o dono na mesa e com comercial, operação e financeiro comprometidos com o número que assumiram. Sem isso, planejamento é relatório. E com cada responsável dono do seu número, o dono deixa de ser o único preocupado.
Usa os dados que a empresa já produz
Não exige trocar de sistema nem montar estrutura nova. O trabalho começa com o que já existe e organiza a partir daí.
Compromisso antes da cobrança
Cada área assume o seu número antes do mês começar: é onde expectativas viram compromissos. O real contra o orçado é medido sobre o combinado: visibilidade objetiva, e justa, de quem vai bem e quem precisa de ajuda.
O ritmo é dado pelo caixa
A rotina segue o pulso real do negócio, não o calendário da contabilidade. A conversa do mês é sobre o que vem, não sobre o que passou.
Presencial, na condução das pessoas
Não é um dashboard remoto. É o sócio na sala, conduzindo a reunião em que o número vira decisão. A repetição dos ciclos, com o tempo, vira cultura: previsibilidade tira a operação do modo reativo.
A empresa dava lucro. E não tinha dinheiro para distribuir.
Aconteceu com um cliente da Timshel, e acontece em mais empresas do que se imagina. O DRE fechava no azul, mês após mês. Mas o lucro estava no prazo dado ao cliente, no estoque que crescia, nas parcelas do investimento, e a conta bancária não acompanhava o resultado. Na sociedade, isso tinha virado briga: um sócio olhava o DRE e queria expandir; o outro olhava o caixa e puxava o freio. Os dois estavam certos. Cada um olhava um número diferente.
O que resolveu não foi opinião: foi a ponte entre o resultado e o caixa, montada linha a linha, mostrando onde o lucro fica retido no caminho (prazo, estoque, investimento, imposto, dívida) e quando ele vira dinheiro disponível. Com os dois números na mesma mesa, a discussão deixou de ser “expandir ou segurar” e passou a ser “quanto, quando e com que caixa”.
A produção atrasava. O detalhe não explicava.
Numa indústria de ciclo de produção longo, a Timshel foi chamada para organizar o planejamento da produção. O caminho usual do setor é descer ao detalhe (produtividade por hora-máquina, apontamento por posto), análise que vai do detalhe ao todo e raramente chega a uma conclusão. A Timshel fez o contrário: passou a acompanhar apenas a entrega final, quantidade e prazo, semana a semana. E, antes de medir, colheu o compromisso de cada responsável.
No início, o número simples gerou desconfiança: parecia pouco para um problema complexo, ou parecia instrumento de culpa. Com semanas de consistência, real contra o combinado, ele fez o que o detalhado não fazia: mostrou onde o atraso nascia, devolveu a cada papel a sua variável e tirou a conversa do campo das percepções. Indicador sofisticado impressiona; número simples e assumido decide.
À frente da Timshel desde 2018, Vitor soma duas décadas de planejamento financeiro, precificação e controladoria, com passagens por banco de investimento, previdência privada e varejo, de modelos de precificação diária a orçamentos de bilhões de reais sob gestão.
É formado em Administração pelo Insper. Em cada cliente, é ele quem desenha o ciclo e conduz a rotina: o mesmo profissional que faz o diagnóstico está na reunião mensal.
